Pandemia, Acolhimento e Câncer

Neste vídeo, eu falo sobre a importância do acolhimento do paciente oncológico em meio à pandemia de coronavírus. Confira!
 
 

Setembro Verde - Câncer de Intestino

Confira um trecho da entrevista que concedi ao Nosso Programa, da RIT TV. A pauta é sobre prevenção do câncer de intestino! 
 
 

Cirurgia Presidente Jair Bolsonaro

Nesta matéria do SBT Brasil, eu comento sobre a cirurgia do Presidente Jair Bolsonaro.

 
 
 

A cirurgia robótica no câncer de pâncreas

Olá. No último post da série sobre cirurgia robótica, eu falo sobre a importância dessa técnica na neoplasia de pâncreas. Confira!

A cirurgia robótica representa um grande avanço no tratamento de tumores pancreáticos.
Inicialmente, após o diagnóstico desse tipo de neoplasia era indicado como tratamento a pancreatomia total convencional, ou seja, retirada total desse órgão com incisão abdominal.
Hoje, com o avanço da técnica cirúrgica já é possível a realização da cirurgia robótica minimamente invasiva para a realização de uma técnica chamada duodenopancreatectomia, em que se retira somente a cabeça do pâncreas e um pequeno segmento…

Entrevista sobre o Surto de Hepatite A na Bandnews TV

Olá. 
A secretaria do Estado de São Paulo admitiu que estamos vivendo um surto de Hepatite A em todo o estado de São Paulo. No último dia 30, eu falei sobre isso para o jornal da bandnews. 
Confira a seguir a minha entrevista na íntegra! 

 

Série Câncer de Fígado – Parte III – Fatores de risco e sintomas

Olá. Continuando a série de posts sobre o câncer de fígado, hoje vamos falar sobre os principais fatores de risco e sinais para reconhecer a doença.

Patologias que comprometem a saúde do fígado são um fator de risco importante para o câncer nesse órgão, as hepatites virais crônicas, principalmente dos tipos B e C, são um exemplo disso. O alcoolismo é outro fator importante a se considerar, bem como cirrose hepática, obesidade e diabetes tipo 2.

Sintomas

Apesar de ser uma patologia relativamente silenciosa, a neoplasia de fígado pode apresentar alguns sintomas importantes. Os principais são:
  • Perda excessiva de peso;
  • Inapetência;
  • Sensação de “plenitude” no estômago;
  • Náuseas e vômitos;
  • Febre;
  • Fígado dilatado;
  • Dor abdominal;
  • Icterícia.

Algumas modalidades de tumor de fígado apresentam também alterações hormonais que podem ser sinal de que algo não vai bem. O aumento do índice de cálcio no sangue, colesterol alto e a hipoglicemia podem ser alertas desse tipo de patologia.

Caso apresente algum desses sintomas, procure orientação médica imediatamente. O diagnóstico precoce é o primeiro passo para vencer a doença! Cuide-se e até a próxima! 
 

Esofagectomia minimamente invasiva - resultados melhores para câncer de esôfago

O Estudo MIRO: Esofagectomia Minimamente Invasiva demonstrou que esse procedimento apresentou melhores resultados para o tratamento do câncer de esôfago do que a esofagectomia aberta. A pesquisa foi financiada pelo Instituto Nacional do Câncer da França e apresentada no Congresso da European Society for Medical Oncology (ESMO 2017), em Madrid.
Apesar de ser o tratamento padrão para esse tipo de neoplasia, a cirurgia aberta apresenta desvantagens importantes em relação à técnica minimamente invasiva. A esofagectomia transtorácica apresenta taxas de mortalidade entre 2 e 10% e taxas de morbidade entre 30 e 50%. A técnica laparoscópica indicou resultados promissores, com menor trauma pós-operatório, menores taxas de mortalidade e morbidade e maior qualidade de vida ao paciente.
A análise – realizada entre 2009 e 2012 – selecionou 207 pacientes entre 08 e 75 anos com tumor de esôfago na parte inferior do órgão, de 13 centros de tratamento da França, que foram indicados randomicamente para a cirurgia aberta ou minimamente invasiva. Foram analisadas as taxas de mortalidade e morbidade e a taxa de sobrevida de cada um dos pacientes. O estudo indicou que o grupo submetido à cirurgia minimamente invasiva reduziu a taxa de morbidade em 69% e aumentou os índices de sobrevida global em três anos.
Apesar de novo, os resultados do estudo são animadores, e devem ser considerados no momento da indicação do tratamento para a neoplasia de esôfago. É um procedimento sólido, que diminui riscos para o paciente, e pode evitar custos altos, tanto dos hospitais, dos planos de saúde, dos pacientes e da rede pública em tratamentos das morbidades pós-operatórias, por isso deveria ser indicado para o tratamento padrão nesses casos.
O câncer esofágico é o sexto mais prevalente em mulheres e o décimo terceiro mais prevalente em homens no Brasil, segundo o Instituto do Câncer (INCA). No último ano, foram estimados quase 11.000 novos casos da doença. Acredita-se que o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e o refluxo gastresofágico sejam os principais fatores de risco para a patologia.
 

Série Câncer de Fígado – parte 2 – Incidência e Classificação

Olá. Continuando a série de posts sobre o Câncer de fígado, hoje vou falar sobre a incidência e os tipos dessa doença.
Segundo dados do Instituo Nacional do Câncer (INCA), o câncer de fígado não está entre os 10 mais incidentes no Brasil. É diagnosticado mais frequentemente em homens, acima de 60 anos. Estima-se que a sua incidência seja, em média, de 1 caso a cada 81 homens, e 1 caso a cada 196 mulheres.

 A neoplasia de fígado se divide em dois tipos principais: os tumores primários, ou seja, aqueles que se desenvolvem originalmente no fígado, e os secundários, ou metastáticos. Esses, são células tumorais de outros órgãos que migram e se alojam no fígado.

Os tumores primários podem ser classificados também em três subtipos: o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular é o mais comum entre os cânceres de fígado, presente em 80% dos casos diagnosticados. É três vezes mais comum em homens, e geralmente, aparecem na sexta e sétima década de vida.

No próximo post, eu falarei sobre os fatores de risco e os principais sintomas da neoplasia de fígado. Até lá!

 
 

Série Câncer de Fígado – parte 1 – Como o fígado funciona?

Olá. Hoje eu começo uma série de posts sobre câncer de fígado. Para entender como os tumores se formam, é preciso entender primeiro o que é esse órgão e qual o seu trabalho no corpo humano.
O fígado é o maior órgão interno do corpo humano e está localizado ao lado direito do corpo, em formato de pirâmide e dividido em lobos. As suas principais funções são: fazer o metabolismo de substâncias do corpo como proteínas, lipídeos e carboidratos; digestão da gordura por meio da bile, enzima produzida pela própria estrutura; filtração de resíduos tóxicos; e metabolização de substâncias que ingerimos, como medicamentos e álcool.
Além disso, é formado por células de diferentes tipos, e por isso, quando algumas dessas células se desenvolvem de forma indiscriminada e anômala, formam-se os tumores no fígado. Por causa da variedade de células, podem se formar vários tipos diferentes de tumor, malignos ou benignos.

No próximo post, eu falarei sobre a incidência, causas e fatores de risco da neoplasia de fígado. Até lá! 

 
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