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Câncer de Vesícula – Parte 1 – Incidência e formação

Olá. Hoje eu começo uma série de posts sobre câncer de vesícula. Neste post, eu falo sobre a incidência e formação da doença.

A vesícula biliar é um órgão pequeno, em formato de “pera”, localizado em baixo do fígado, do lado direito do corpo. A sua função é armazenar a bílis, substância produzida pelo fígado que ajuda a decompor a gordura presente no organismo.

Quando as células desse órgão passam por anomalias e se desenvolvem desordenadamente, forma-se o câncer de vesícula. Essa é uma neoplasia de difícil diagnóstico e que nem sempre apresenta sintomas na sua fase inicial.

O tratamento de sucesso da patologia depende do estágio de diagnóstico da doença, mas apenas 20% dos casos são identificados em desenvolvimento inicial, o que diminui as chances de cura.

A maior parte dos tumores de vesícula são adenocarcinomas e se iniciam nas glândulas próximas a essa estrutura. Apenas 6% são chamados de adenocarcinomas papilares. Esses têm um melhor prognóstico do que o tipo citado acima, e são menos propensos a atingir linfonodos e órgãos próximos.

Causas

Estudos frequentes apontam três causas principais para o câncer de Vesícula.

- Inflamação crônica da vesícula;

- Presença frequente de cálculos biliares;

- Anomalias nos dutos responsáveis pelo transporte da bile.

Por isso, pacientes com infecções biliares crônicas e também com muitos episódios de pedra na vesícula devem fazer acompanhamento frequente com um gastroenterologista.

No próximo post, eu falo sobre os sintomas dessa neoplasia. Cuide-se!